CATÁLOGO

Um completo e interessante compêndio das moedas e cédulas brasileiras de todas as épocas.

QUAL MOEDA?

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CURIOSIDADES

Você sabia que no século 19, usava-se uma escala impressa em papel para medir moedas...
- A Escala de Mionnet
- A História do Cifrão
- Reformas Monetárias
- Cara ou Coroa?

A MOEDA NO TEMPO

A história da moeda no Brasil contada através dos anos desde os tempos coloniais até os dias de hoje.

Catálogo das Moedas Brasileiras

R 20$000 ↑↓ Réis
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Imagens: Itaú Numismática
ANVERSO
Escudo das armas portuguesas sob coroa. A esquerda valor e a direita cinco florões. Ao redor, a inscrição IOANNES. V. D. G. PORT. ET. ALG. REX
REVERSO
Inscrição IN HOC SIGNO VINCES e era ao redor da Cruz de Cristo com letras monetárias M.
PADRÃO MONETÁRIO
RÉIS (até 08/10/1833)
Originado no período Colonial por influência do monetário português, não se tratava de uma moeda genuínamente brasileira. Foi aproveitado do padrão português, sem fundamentação legal no Brasil.
PERÍODO POLÍTICO
Colônia, D. João V - O Magnânimo (1706-1750)
João V, apelidado de "o Magnânimo", foi Rei de Portugal e Algarves de 1706 até sua morte. Em seu longo reinado de 43 anos, Portugal teve relevo na política europeia e mundial e, em um segundo momento, uma importante aliança estratégica com a Grã-Bretanha. Durante seu reinado surgiram os dobrões de 20 mil réis produzidos em Vila Rica, moedas de ouro das mais valiosas no mundo, até então.
LIMITES GEOGRÁFICOS
Portugal e Colônias
ORIGEM
Casa da Moeda, Minas Gerais
CARACTERÍSTICAS
Material: ouro
Diâmetro: 37,0 mm
Peso: 53,78 g
Bordo: serrilhado
Titulagem: Au 916 2/3
Eixo: reverso moeda (EH)  ↑↓
OBSERVAÇÕES
Casa da Moeda de Vila Rica. Com letras monetárias M. IOANNES V D. G. PORT. ET ALG. REX = João V, pela graça de Deus, Rei de Portugal e Algarves. IN HOC SIGNO VINCES = Com esse sinal vencerás. 1 dobrão. Serrilha flor de liz
EMISSÕES KM# 117
ano produção CRMB Prober Amato Vieira Bentes obs.
1724 n/d 1724-O-20k O-187 O.248 O-89 98.01
1725 n/d 1725-O-20k O-197 O.249 O-90 98.02
1726 n/d 1726-O-20k O-209 O.250 O-91 98.03
1727 n/d 1727-O-20k O-219 O.251 O-92 98.04
Citação das fontes de códigos de referência de moedas:
KM# é código de referência de Krause-Mishler do Standard Catalog of World Coins, 2014
CRMB é código de referência proposto por este site - Código de Referência das Moedas Brasileiras
Prober extraido do Catálogo das Moedas Brasileiras, de Kurt Prober, 3ª. edição, 1981
Amato extraido do Livro das Moedas do Brasil 1643 até o presente, de Amato/Neves/Russo, 12ª. edição, 2009
Vieira extraido do Catálogo Vieira - Moedas Brasileiras, de Numismática Vieira, 14ª. edição, 2012
Bentes extraido do Catálogo Bentes - Moedas Brasileiras, de Rodrigo Maldonado, 1ª. edição, 2013
Fontes dos códigos de referência das moedas:
KM#, Standard Catalog of World Coins, Krause-Mishler, 2014
CRMB, deste site, Código de Referência das Moedas Brasileiras
Prober, Catálogo das Moedas Brasileiras, Kurt Prober, 3ª. edição, 1981
Amato, Livro das Moedas do Brasil, Amato/Neves/Russo, 12ª ed., 2009
Bentes, Catálogo Bentes, Rodrigo Maldonado, 1ª. edição, 2013
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A série: 1724-1727 Dobrões, Vila Rica - Ouro

Rafael Capanema

Entre 1724 e 1727, auge da exploração do ouro em Minas Gerais, cunharam-se no Brasil os dobrões, moedas de maior valor intrínseco que já circularam no mundo. Com 55 gramas de ouro e valor facial de 20 mil réis, elas valiam legalmente 24 mil réis. Um dobrão podia comprar 190 litros de azeite, 9.600 ovos ou 12 bois. Quatro dobrões eram suficientes para adquirir uma escrava jovem. Com a produção de ouro em franca expansão, o governo português instalou em Vila Rica a Casa da Moeda de Minas Gerais, que, além de cunhar moedas, fundia e legalizava as barras de ouro que circulavam.


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