Carregando séries...

1831-1834 D. Pedro II, 1º. Sistema Monetário - Cobre


20 réis (1832)

$ MIL-RÉIS   mat cobre   ø30,0mm   m7,17g   1,15mm

20 réis (1832)

$ MIL-RÉIS   mat cobre   ø30,0mm   m7,17g   1,15mm

40 réis (1831-1832)

$ MIL-RÉIS   mat cobre   ø35,0mm   m14,34g   1,65mm

40 réis (1831-1832)

$ MIL-RÉIS   mat cobre   ø35,0mm   m14,34g   1,65mm
© eBay

40 réis (1833)

$ MIL-RÉIS   mat cobre   ø30,0mm   m7,17g   1,15mm

40 réis (1833)

$ MIL-RÉIS   mat cobre   ø30,0mm   m7,17g   1,15mm
© DPL Numismática

40 réis (1833)

$ MIL-RÉIS   mat cobre   ø30,0mm   m7,17g   1,15mm

40 réis (1833)

$ MIL-RÉIS   mat cobre   ø30,0mm   m7,17g   1,15mm

80 réis (1831-1832)

$ MIL-RÉIS   mat cobre   ø40,0mm   m28,69g   2,55mm
© WorldCoinGallery.com

80 réis (1831-1832)

$ MIL-RÉIS   mat cobre   ø40,0mm   m28,69g   2,55mm
© CoinFactsWiki.com

80 réis (1832)

$ MIL-RÉIS   mat cobre   ø40,0mm   m28,69g   2,55mm

Clique na moeda e veja mais detalhes!

$ = padrão monetário; mat = material de que é feito a moeda;
ø = diâmetro em milímetros; m = massa (peso) em gramas;
= espessura em milímetros; brd = formato do bordo;

CONTEXTO HISTÓRICO

O primeiro sistema monetário do Brasil regencial (1831–1833)

Com a abdicação de D. Pedro I em 1831, o Brasil mergulhou em uma fase de transição política: o período regencial (1831–1840). Foi um tempo de instabilidade, marcado por revoltas regionais e pela busca de uma identidade nacional própria. Nesse contexto, o sistema monetário brasileiro ainda carregava forte herança portuguesa, mas começava a ganhar traços que refletiam a nova realidade política.

Ouro e prata sob a imagem do jovem imperador
As moedas de ouro continuaram a ser cunhadas nos valores de 4.000 e 6.000 réis, trazendo no anverso o busto de D. Pedro II ainda menino, símbolo da continuidade dinástica mesmo em meio à regência. As moedas de prata mantiveram o padrão dos períodos anteriores, reforçando a permanência da tradição monetária herdada da metrópole.

O cobre e a luta contra a falsificação
Além das moedas de ouro e prata, o cobre desempenhava papel essencial no cotidiano. A Casa da Moeda do Rio de Janeiro, junto às casas de fundição de Goiás, São Paulo e Cuiabá, produzia moedas de cobre destinadas ao uso local. Mas havia um desafio constante: a falsificação. O governo regencial manteve rígido controle sobre essas emissões, tentando conter um problema que vinha desde o período colonial e que corroía a confiança da população no dinheiro circulante.

Um reflexo da política regencial
O sistema monetário entre 1831 e 1833 revela muito sobre o Brasil da época. De um lado, a permanência dos padrões portugueses mostrava a dificuldade de romper com a tradição. De outro, a presença da efígie infantil de D. Pedro II nas moedas de ouro indicava o esforço de legitimar a monarquia em meio à regência, preparando o terreno para a futura maioridade do imperador.  

As moedas de cobre, por sua vez, expunham a realidade prática: em um país vasto e descentralizado, o dinheiro precisava circular nas regiões mais distantes, mesmo que sob constante ameaça de falsificação.