Carregando séries...
500 réis (1924-1930) - 1924-1934 Reflexo da inflação
500 réis (1930) - 1924-1934 Reflexo da inflação
500 réis (1926-1929) - 1924-1934 Reflexo da inflação
1 mil-réis (1924-1931) - 1924-1934 Reflexo da inflação
1 mil-réis (1927) - 1924-1934 Reflexo da inflação
1 mil-réis (1929) - 1924-1934 Reflexo da inflação
2 mil-réis (1924-1934) - 1924-1934 Reflexo da inflação

500 réis (1924-1930)

1924-1934 Reflexo da inflação

INFORMAÇÕES PRINCIPAIS

Valor facial: 500 réis
Denominação: Rs 0$500
Padrão Monetário: Mil-Réis
Série: Reflexo da inflação
Período de emissão: 1924-1930
Material: bronze alumínio
Emissor: Tesouro Nacional
Fabricante: Casa da Moeda, Rio de Janeiro
Abrangência: nacional
Situacao: fora de circulação

FACES DA MOEDA

Anverso de 500 réis (1924-1930) - 1924-1934 Reflexo da inflação
Bordo de 500 réis (1924-1930) - 1924-1934 Reflexo da inflação
Reverso de 500 réis (1924-1930) - 1924-1934 Reflexo da inflação
x
© Coleção Eduardo Rezende

DESCRIÇÃO DO ANVERSO

Entre dois ramos de café e algodão, atados em ponta, o valor 500 réis em duas linhas, separados ao alto por uma estrela. Na orla superior, BRASIL. No exergo, a data.

DESCRIÇÃO DO REVERSO

A figura da abundância, com joelho apoiado em terra, tendo na dextra uma cornucópia; no campo ao lado, a constelação do Cruzeiro do Sul. Em orla 21 estrelas.

INFORMAÇÕES GERAIS

A moeda de 500 réis pertence ao padrão monetário Mil-Réis. Esta moeda foi fabricada no período 1924-1930, produzida em bronze alumínio e para circulação nacional. Atualmente, esta moeda encontra-se fora de circulação . Com e sem a sigla JV de João da Cruz, no reverso..

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Formato: circular
Diâmetro: 22,5 mm
Massa: g
Espessura: 1,5 mm
Bordo: serrilhado
Titulagem: Cu 910, Al 90
Eixo: Eixo Horizontal (EH) ⇅

EMISSÕES

ano produção CRMB observações
1924 7.400.000 1924-B-500
1927 2.724.900 1927-B-500
1928 9.432.000 1928-B-500
1930 146.000 1930-B-500

REFERÊNCIAS EM CATÁLOGOS Krause KM# 524

ano CRMB Prober Amato Vieira Bentes
1924 1924-B-500 L-1960 V-124 BA-10 639.01
1927 1927-B-500 L-1981 V-125 BA-11 639.02
1928 1928-B-500 L-1986 V-126 BA-12 639.03
1930 1930-B-500 L-1998 V-127 BA-13 639.04

Fontes dos códigos de referência:
KM# - Código de referência Krause-Mishler, publicado no Standard Catalog of World Coins (2014)
CRMB - Código de Referência das Moedas Brasileiras, desenvolvido pelo site MoedasDoBrasil
Prober - código extraído do Catálogo das Moedas Brasileiras, de Kurt Prober, 3ª edição (1981)
Amato - código extraido do Livro das Moedas do Brasil, de Amato/Neves, 17ª. edição (2024)
Vieira - código extraido do Catálogo Vieira - Moedas Brasileiras, de Numismática Vieira, 14ª edição (2012)
Bentes - código extraido do Catálogo Bentes - Moedas Brasileiras, de Rodrigo Maldonado, 1ª edição (2013)

Fontes dos códigos de referência:
KM# - Standard Catalog of World Coins, Krause-Mishler (2014)
CRMB - Código de Referência das Moedas Brasileiras, MoedasDoBrasil
Prober - Catálogo das Moedas Brasileiras, Kurt Prober, 3ª ed. (1981)
Amato - Livro das Moedas do Brasil, Amato/Neves, 17ª ed. (2024)
Bentes - Catálogo Bentes, Rodrigo Maldonado, 1ª ed. (2013)

PADRÃO MONETÁRIO

MIL-RÉIS - Rs (de 08/10/1833 a 31/10/1942)
O MIL-RÉIS foi oficializado em 08.10.1833, através da Lei n° 59 assinada no 2° Império, pela Regência Trina durante a menoridade de D.Pedro II. Mil-réis passou a designar a unidade monetária e réis os valores divisionários.

PERÍODO POLÍTICO

República, República Velha (1889-1930)
A Primeira República Brasileira se estendeu desde a proclamação da República, em 15.11.1889, até a Revolução de 1930 que depôs o 13º e último presidente da República Velha, Washington Luís.

CONTEXTO HISTÓRICO

Em 1914, foi elaborado um ensaio para uma moeda de 2000 réis, com a figura da abundância - inspirada na obra Semeuse, de Roty - que acabou sendo utilizadas nas moedas de 500 e 1000 réis de 1924 a 1931. O autor do ensaio foi João da Cruz Vargas e, sua sigla JV, aparece nessas moedas. Difícil de notar, o monograma JV - se assemelha mais a um Y deitado pois o J está sobreposto ao V -, aparece em baixo relevo, ao lado direito do exergo, encostado à orla e um pouco abaixo da boca da cornucópia. Esse detalhe, sendo em baixo relevo na moeda, existe em forma de fios finíssimos em alto relevo no cunho e, estando encostado no bordo, onde é maior a distenção do metal durante a cunhagem, se gasta rapidamente a ponto de desaparecer. Com isso, são encontradas moedas sem a sigla tornando-se uma variação apreciada pelos colecionadores. A quantidade de moedas sem sigla é muito inferior às com sigla. O monograma JV aparece, também, no anverso da moeda. Dessa vez em alto relevo e já mais visível e protegido contra desgaste.