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75 réis (1752-1754) - 1752-1768 Jotas, Casa da Moeda da Bahia - Prata
75 réis (1752-1754) - 1752-1768 Jotas, Casa da Moeda da Bahia - Prata
150 réis (1752-1768) - 1752-1768 Jotas, Casa da Moeda da Bahia - Prata
150 réis (1752-1768) - 1752-1768 Jotas, Casa da Moeda da Bahia - Prata
300 réis (1752-1768) - 1752-1768 Jotas, Casa da Moeda da Bahia - Prata
300 réis (1752-1768) - 1752-1768 Jotas, Casa da Moeda da Bahia - Prata
600 réis (1752-1768) - 1752-1768 Jotas, Casa da Moeda da Bahia - Prata
600 réis (1752-1768) - 1752-1768 Jotas, Casa da Moeda da Bahia - Prata

75 réis (1752-1754)

1752-1768 Jotas, Casa da Moeda da Bahia - Prata

INFORMAÇÕES PRINCIPAIS

Valor facial: 75 réis
Denominação: R 0$075
Padrão Monetário: Réis
Série: Jotas, Casa da Moeda da Bahia - Prata
Período de emissão: 1752-1754
Material: prata
Emissor: Coroa Portuguesa
Fabricante: Casa da Moeda, Bahia
Abrangência: Colonial p/ circulação local
Situacao: fora de circulação

FACES DA MOEDA

Anverso de 75 réis (1752-1754) - 1752-1768 Jotas, Casa da Moeda da Bahia - Prata
Bordo de 75 réis (1752-1754) - 1752-1768 Jotas, Casa da Moeda da Bahia - Prata
Reverso de 75 réis (1752-1754) - 1752-1768 Jotas, Casa da Moeda da Bahia - Prata
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DESCRIÇÃO DO ANVERSO

Letra J entre florões, sob coroa e sobre data. De um lado o valor facial e, de outro, três florões

DESCRIÇÃO DO REVERSO

Esfera armilar sobre Cruz de Cristo. Letra monetária B. Legenda SVBQ. SIGN. NATA. STAB.

INFORMAÇÕES GERAIS

Emitida pela Coroa Portuguesa, esta moeda foi produzida por Casa da Moeda, Bahia, de 1752 a 1754. Atualmente, esta moeda encontra-se fora de circulação. Com carimbo de escudete. Letra monetária B.

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Formato: circular
Diâmetro: 20 mm
Peso: 2,26 g
Bordo: serrilhado
Titulagem: Ag 916 2/3
Eixo: Eixo Vertical (EV) ⇈

EMISSÕES

ano produção CRMB observações
1752 n/d 1752-P-075Bx
1753 n/d 1753-P-075Bx
1754 n/d 1754-P-075Bx

REFERÊNCIAS EM CATÁLOGOS Krause KM# ?

ano CRMB Prober Amato Vieira Bentes
1752 1752-P-075Bx P-441 P-198 219.01
1753 1753-P-075Bx P-464 P-199 219.02
1754 1754-P-075Bx P-475 P-200 219.03

Fontes dos códigos de referência:
KM# - Código de referência Krause-Mishler, publicado no Standard Catalog of World Coins (2014)
CRMB - Código de Referência das Moedas Brasileiras, desenvolvido pelo site MoedasDoBrasil
Prober - código extraído do Catálogo das Moedas Brasileiras, de Kurt Prober, 3ª edição (1981)
Amato - código extraido do Livro das Moedas do Brasil, de Amato/Neves, 17ª. edição (2024)
Vieira - código extraido do Catálogo Vieira - Moedas Brasileiras, de Numismática Vieira, 14ª edição (2012)
Bentes - código extraido do Catálogo Bentes - Moedas Brasileiras, de Rodrigo Maldonado, 1ª edição (2013)

Fontes dos códigos de referência:
KM# - Standard Catalog of World Coins, Krause-Mishler (2014)
CRMB - Código de Referência das Moedas Brasileiras, MoedasDoBrasil
Prober - Catálogo das Moedas Brasileiras, Kurt Prober, 3ª ed. (1981)
Amato - Livro das Moedas do Brasil, Amato/Neves, 17ª ed. (2024)
Bentes - Catálogo Bentes, Rodrigo Maldonado, 1ª ed. (2013)

PADRÃO MONETÁRIO

RÉIS - R (de 02/01/1654 a 08/10/1833)
Originado no período Colonial por influência do monetário português, não se tratava de uma moeda genuínamente brasileira. Foi aproveitado do padrão português, sem fundamentação legal no Brasil.

PERÍODO POLÍTICO

Colônia, D. José I - O Reformador (1750-1777)
José I (1714-1777), apelidado de "o Reformador", foi Rei de Portugal e Algarves de 1750 até sua morte. Seu reinado é sobretudo marcado pelas políticas do seu secretário de Estado, o Marquês de Pombal, que reorganizou as leis, a economia e a sociedade portuguesa, transformando Portugal num país moderno. Foram produzidas moedas inovadoras com a letra J, sob uma coroa, ao invés da tradicional inscrição do nome do rei.

CONTEXTO HISTÓRICO

SERIE DOS JOTAS - J

Em 1750, D. José proibiu a circulação de moedas de ouro nas regiões de mineração, considerando que as transações comerciais naquelas comarcas poderiam ser realizadas com barras de ouro marcadas, e ouro em pó. Para atender às necessidades do comércio miúdo na região, mandou que as Casas da Moeda da Bahia e do Rio de Janeiro cunhassem moedas provinciais de prata e cobre. Em 1752, entretanto, atendendo à sugestão do governador da capitania de Minas, determinou que fossem cunhadas também moedas de prata com os valores de 600, 300, 150 e 75 réis, tendo em vista que os preços nas regiões das minas eram estabelecidos em termos de oitavas e de seus submúltiplos, valendo a oitava de ouro, não quintado, 1.200 réis. Para evitar confusão com as moedas provinciais de prata de 640, 320, 160 e 80 réis, em função da proximidade dos valores, nas novas moedas o escudo com as armas de Portugal foi substituído por um “J” encimado por uma coroa. As moedas produzidas pela Casa da Moeda da Bahia foram para circular em Minas Gerais. Em 1808, fugindo da invasão francesa, D. João VI se instala no Rio de Janeiro. O rei evidentemente precisava de muito dinheiro para fazer frente às astronômicas despesas da sua corte, e uma das medidas que tomou foi o ALVARÁ de 18 de ABRIL de 1809. Esse alvará ordenava a aplicação de um carimbo em todo o cobre em circulação que fosse datado de antes de 1799 (as moedas do antigo padrão), que assim marcadas, passariam a valer o dobro. Em relação às moedas de prata, a série J deveria ser carimbada para equiparar-se ao padrão das patacas. Evidentemente, o povo era obrigado por lei a levar as moedas para carimbar, e a diferença acrescida com o carimbo deveria ser recolhida à coroa.