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400 réis (1724-1726) - 1724-1727 Dobrões, Vila Rica - Ouro
1.000 réis (1724-1727) - 1724-1727 Dobrões, Vila Rica - Ouro
2.000 réis (1724-1727) - 1724-1727 Dobrões, Vila Rica - Ouro
4.000 réis (1724-1727) - 1724-1727 Dobrões, Vila Rica - Ouro
10.000 réis (1724-1727) - 1724-1727 Dobrões, Vila Rica - Ouro
20.000 réis (1724-1727) - 1724-1727 Dobrões, Vila Rica - Ouro

2.000 réis (1724-1727)

1724-1727 Dobrões, Vila Rica - Ouro

INFORMAÇÕES PRINCIPAIS

Valor facial: 2.000 réis
Denominação: R 2$000
Padrão Monetário: Réis
Série: Dobrões, Vila Rica - Ouro
Período de emissão: 1724-1727
Material: ouro
Emissor: Coroa Portuguesa
Fabricante: Casa da Moeda, Minas Gerais
Abrangência: Portugal e Colônias
Situacao: fora de circulação

FACES DA MOEDA

Anverso de 2.000 réis (1724-1727) - 1724-1727 Dobrões, Vila Rica - Ouro
Bordo de 2.000 réis (1724-1727) - 1724-1727 Dobrões, Vila Rica - Ouro
Reverso de 2.000 réis (1724-1727) - 1724-1727 Dobrões, Vila Rica - Ouro
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© Numismática Bentes

DESCRIÇÃO DO ANVERSO

Escudo das armas portuguesas sob coroa. A esquerda valor e a direita quatro florões. Ao redor, a inscrição IOANNES. V. D. G. PORT. ET. ALG. REX

DESCRIÇÃO DO REVERSO

Inscrição IN HOC SIGNO VINCES e era ao redor da Cruz de Cristo com letras monetárias M

INFORMAÇÕES GERAIS

A moeda de 2.000 réis pertence ao padrão monetário Réis. Esta moeda foi fabricada no período 1724-1727, produzida em ouro e para circulação Portugal e Colônias. Atualmente, esta moeda encontra-se fora de circulação . Letras monetárias MMMM. Meia Moeda..

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Formato: circular
Diâmetro: 23 mm
Massa: 5,37 g
Bordo: serrilhado
Titulagem: Au 916 2/3
Eixo: Eixo Horizontal (EH) ⇅

EMISSÕES

ano produção CRMB observações
1724 n/d 1724-O-2k0M
1725 n/d 1725-O-2k0M
1726 n/d 1726-O-2k0M
1727 n/d 1727-O-2k0M

REFERÊNCIAS EM CATÁLOGOS Krause KM# ?

ano CRMB Prober Amato Vieira Bentes
1724 1724-O-2k0M O-184 O-236 O-101 127.01
1725 1725-O-2k0M O-194 O-237 O-102 127.02
1726 1726-O-2k0M O-206 O-238 O-103 127.03
1727 1727-O-2k0M O-216 O-239 O-104 127.04

Fontes dos códigos de referência:
KM# - Código de referência Krause-Mishler, publicado no Standard Catalog of World Coins (2014)
CRMB - Código de Referência das Moedas Brasileiras, desenvolvido pelo site MoedasDoBrasil
Prober - código extraído do Catálogo das Moedas Brasileiras, de Kurt Prober, 3ª edição (1981)
Amato - código extraido do Livro das Moedas do Brasil, de Amato/Neves, 17ª. edição (2024)
Vieira - código extraido do Catálogo Vieira - Moedas Brasileiras, de Numismática Vieira, 14ª edição (2012)
Bentes - código extraido do Catálogo Bentes - Moedas Brasileiras, de Rodrigo Maldonado, 1ª edição (2013)

Fontes dos códigos de referência:
KM# - Standard Catalog of World Coins, Krause-Mishler (2014)
CRMB - Código de Referência das Moedas Brasileiras, MoedasDoBrasil
Prober - Catálogo das Moedas Brasileiras, Kurt Prober, 3ª ed. (1981)
Amato - Livro das Moedas do Brasil, Amato/Neves, 17ª ed. (2024)
Bentes - Catálogo Bentes, Rodrigo Maldonado, 1ª ed. (2013)

PADRÃO MONETÁRIO

RÉIS - R (de 02/01/1654 a 08/10/1833)
Originado no período Colonial por influência do monetário português, não se tratava de uma moeda genuínamente brasileira. Foi aproveitado do padrão português, sem fundamentação legal no Brasil.

PERÍODO POLÍTICO

Colônia, D. João V - O Magnânimo (1706-1750)
João V (1689-1750), apelidado de "o Magnânimo", foi Rei de Portugal e Algarves de 1706 até sua morte. Em seu longo reinado de 43 anos, Portugal teve relevo na política europeia e mundial e, em um segundo momento, uma importante aliança estratégica com a Grã-Bretanha. Durante seu reinado surgiram os dobrões de 20 mil réis produzidos em Vila Rica, moedas de ouro das mais valiosas no mundo, até então.

CONTEXTO HISTÓRICO

Entre 1724 e 1727, auge da exploração do ouro em Minas Gerais, cunharam-se no Brasil os dobrões, moedas de maior valor intrínseco que já circularam no mundo. Com 55 gramas de ouro e valor facial de 20 mil réis, elas valiam legalmente 24 mil réis. Um dobrão podia comprar 190 litros de azeite, 9.600 ovos ou 12 bois. Quatro dobrões eram suficientes para adquirir uma escrava jovem. Com a produção de ouro em franca expansão, o governo português instalou em Vila Rica a Casa da Moeda de Minas Gerais, que, além de cunhar moedas, fundia e legalizava as barras de ouro que circulavam.