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20 réis (1695) - 1695-1699 Casa da Moeda da Bahia - Prata
20 réis (1695) - 1695-1699 Casa da Moeda da Bahia - Prata
20 réis (1695) - 1695-1699 Casa da Moeda da Bahia - Prata
40 réis (1695) - 1695-1699 Casa da Moeda da Bahia - Prata
40 réis (1696) - 1695-1699 Casa da Moeda da Bahia - Prata
40 réis (1696) - 1695-1699 Casa da Moeda da Bahia - Prata
80 réis (1695) - 1695-1699 Casa da Moeda da Bahia - Prata
80 réis (1695-1697) - 1695-1699 Casa da Moeda da Bahia - Prata
160 réis (1695-1696) - 1695-1699 Casa da Moeda da Bahia - Prata
160 réis (1695-1697) - 1695-1699 Casa da Moeda da Bahia - Prata
320 réis (1695) - 1695-1699 Casa da Moeda da Bahia - Prata
320 réis (1695) - 1695-1699 Casa da Moeda da Bahia - Prata
320 réis (1695) - 1695-1699 Casa da Moeda da Bahia - Prata
320 réis (1695-1698) - 1695-1699 Casa da Moeda da Bahia - Prata
320 réis (1695) - 1695-1699 Casa da Moeda da Bahia - Prata
320 réis (1698) - 1695-1699 Casa da Moeda da Bahia - Prata
640 réis (1695) - 1695-1699 Casa da Moeda da Bahia - Prata
640 réis (1695) - 1695-1699 Casa da Moeda da Bahia - Prata
640 réis (1695-1698) - 1695-1699 Casa da Moeda da Bahia - Prata
640 réis (1696-1698) - 1695-1699 Casa da Moeda da Bahia - Prata

640 réis (1695-1698)

1695-1699 Casa da Moeda da Bahia - Prata

2 patacas da Bahia - 2o. tipo - coroa estreita

INFORMAÇÕES PRINCIPAIS

Valor facial: 640 réis
Denominação: R 640
Padrão Monetário: Réis
Série: Casa da Moeda da Bahia - Prata
Período de emissão: 1695-1698
Material: prata
Emissor: Coroa Portuguesa
Fabricante: Casa da Moeda, Bahia
Abrangência: Colonial p/ circulação geral
Situacao: fora de circulação

FACES DA MOEDA

Anverso de 640 réis (1695-1698) - 1695-1699 Casa da Moeda da Bahia - Prata
Bordo de 640 réis (1695-1698) - 1695-1699 Casa da Moeda da Bahia - Prata
Reverso de 640 réis (1695-1698) - 1695-1699 Casa da Moeda da Bahia - Prata
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© Heritage Auctions - ha.com

DESCRIÇÃO DO ANVERSO

PETRVS. II. DG. PORT. REX. ET. BRAS. D.

DESCRIÇÃO DO REVERSO

SUBQ. SIGN. NATA. STAB.

INFORMAÇÕES GERAIS

Emitida pela Coroa Portuguesa, esta moeda foi produzida por Casa da Moeda, Bahia, de 1695 a 1698. Atualmente, esta moeda encontra-se fora de circulação. 2º. tipo. Coroa estreita. 2 patacas.

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Formato: circular
Diâmetro: 37 mm
Peso: 19,32 g
Bordo: serrilhado
Titulagem: Ag 916 2/3
Eixo: Reverso Medalha (EV) ⇈

EMISSÕES

ano produção CRMB observações
1695 n/d 1695-P-640ce
1696 n/d 1696-P-640
1697 n/d 1697-P-640 Talvez só com DN
1698 n/d 1698-P-640 Talvez só com DN

REFERÊNCIAS EM CATÁLOGOS Krause KM# 84

ano CRMB Prober Amato Vieira Bentes
1695 1695-P-640ce P-57 P-125 P12 80.01.01
1696 1696-P-640 P-66 P-126 P13 80.02.01
1697 1697-P-640 P-75 P-127 P14 -
1698 1698-P-640 P-80 P-128 P15 -

Fontes dos códigos de referência:
KM# - Código de referência Krause-Mishler, publicado no Standard Catalog of World Coins (2014)
CRMB - Código de Referência das Moedas Brasileiras, desenvolvido pelo site MoedasDoBrasil
Prober - código extraído do Catálogo das Moedas Brasileiras, de Kurt Prober, 3ª edição (1981)
Amato - código extraido do Livro das Moedas do Brasil, de Amato/Neves, 17ª. edição (2024)
Vieira - código extraido do Catálogo Vieira - Moedas Brasileiras, de Numismática Vieira, 14ª edição (2012)
Bentes - código extraido do Catálogo Bentes - Moedas Brasileiras, de Rodrigo Maldonado, 1ª edição (2013)

Fontes dos códigos de referência:
KM# - Standard Catalog of World Coins, Krause-Mishler (2014)
CRMB - Código de Referência das Moedas Brasileiras, MoedasDoBrasil
Prober - Catálogo das Moedas Brasileiras, Kurt Prober, 3ª ed. (1981)
Amato - Livro das Moedas do Brasil, Amato/Neves, 17ª ed. (2024)
Bentes - Catálogo Bentes, Rodrigo Maldonado, 1ª ed. (2013)

PADRÃO MONETÁRIO

RÉIS - R (de 02/01/1654 a 08/10/1833)
Originado no período Colonial por influência do monetário português, não se tratava de uma moeda genuínamente brasileira. Foi aproveitado do padrão português, sem fundamentação legal no Brasil.

PERÍODO POLÍTICO

Colônia, D. Pedro II - O Pacífico (1683-1706)
Pedro II (1648–1706), apelidado de "o Pacífico", foi Rei de Portugal e Algarves de 1683 até sua morte, anteriormente servindo como regente de seu irmão o rei Afonso VI a partir de 1668 até sua ascensão ao trono. Durante seu reinado foi iniciada grande produção de moedas de cobre, prata e ouro em território brasileiro pelas Casas da Moeda de Pernambuco, Rio de Janeiro e Bahia, além das produzidas regularmente no Porto, Portugal.

CONTEXTO HISTÓRICO

A Criação da Casa da Moeda da Bahia e o Primeiro Ensaio Monetário Brasileiro
Durante quase duzentos anos após o Descobrimento do Brasil pelos Portugueses, o Sistema Monetário da Colônia passava por uma situação crítica. A circulação de outras moedas estrangeiras e a contramarcação de moedas portuguesas não eram suficientes para suprir a falta crônica de metal sonante para transações na colônia da América. Reclamações devido a falta de moeda são repetidas vezes mencionadas nos pronunciamentos da Alta Administração Colonial ao Reino. Por causa disto, o rei D. Pedro II autorizou pela Lei de 8 De março de 1694 a constituição no Brasil da primeira Casa da Moeda em Salvador, Bahia. Este documento mostra a grande preocupação com “o grande dano que sofriam os residentes desse Estado (Brasil), em que as pessoas não dispõe dos meios necessários para comprar coisas para a sua subsistência. Esta mesma lei estabeleceu que todas as moedas de ouro e prata em circulação deveriam ser entregues à Casa da Moeda para serem derretidas e cunhadas em nova moeda colonial, maior em 20% do valor da moeda de Portugal. Além disso, determinou-se que o rei iria abdicar dos seus direitos de senhoriagem. Não foi a primeira vez que Portugal autorizou a cunhagem de moedas para uma de suas Colônia. Durante o reinado de D. Sebastião I, devido ao intenso comércio para a Índia, foram cunhadas moedas nas feitorias lá existentes. O que tornou verdadeiramente possível a criação da primeira Casa da Moeda do Brasil não foi a falta de dinheiro, que era um problema real, mas certamente a descoberta de minas de ouro em 1693. Poder-se-ia dizer, para justificar o contrário, que o rei abdicou do seu direito de senhoriagem, mas quando a Casa da Moeda Casa foi transferida para Pernambuco em 1700, apenas cinco anos mais tarde, essa benevolência desapareceu. O aumento de 20% em relação a moeda de Portugal tinha o forte poder de manter as novas moedas dentro da Colônia. Além disso, a circulação de moedas Portuguesas foi totalmente proibido, e se alguém fosse encontrado usando dinheiro português em uma transação na Colônia seria exilado para Angola, como punição. A maior parte da equipe para a nova Casa da Moeda foi trazida de Portugal, com poucas exceções de moradores locais. A Casa da Moeda foi alojada no prédio da Alfândega, que foi demolido em 1875 . O sistema de cunhagem foi do tipo Balancier de origem francesa e introduzido em Portugal em 1677 para moedas de ouro, o que permitiu a cunhagem de moedas de alta qualidade, mais difíceis de serem cerceadas ou falsificadas.