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500 réis (1906-1912) - 1906-1912 Peso em gramas
500 réis (1906-1908) - 1906-1912 Peso em gramas
1 mil-réis (1906-1912) - 1906-1912 Peso em gramas
1 mil-réis (1906-1909) - 1906-1912 Peso em gramas
1 mil-réis (1907) - 1906-1912 Peso em gramas
2 mil-réis (1906-1912) - 1906-1912 Peso em gramas
2 mil-réis (1906-1907) - 1906-1912 Peso em gramas
2 mil-réis (1908) - 1906-1912 Peso em gramas

500 réis (1906-1912)

1906-1912 Peso em gramas

Peso em gramas

INFORMAÇÕES PRINCIPAIS

Valor facial: 500 réis
Denominação: Rs 0$500
Padrão Monetário: Mil-Réis
Série: Peso em gramas
Período de emissão: 1906-1912
Material: prata
Emissor: Tesouro Nacional
Fabricante: Casa da Moeda, Rio de Janeiro
Abrangência: nacional
Situacao: fora de circulação

FACES DA MOEDA

Anverso de 500 réis (1906-1912) - 1906-1912 Peso em gramas
Bordo de 500 réis (1906-1912) - 1906-1912 Peso em gramas
Reverso de 500 réis (1906-1912) - 1906-1912 Peso em gramas
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© Coleção Eduardo Rezende

DESCRIÇÃO DO ANVERSO

Cabeça de mulher personificando o Brasil orlada pela inscrição “REPÚBLICA DOS ESTADOS UNIDOS DO BRASIL” e data entre estrelas.

DESCRIÇÃO DO REVERSO

Valor em réis orlado pela inscrição “ORDEM E PROGRESSO” e peso expresso em gramas.

INFORMAÇÕES GERAIS

A moeda de 500 réis pertence ao padrão monetário Mil-Réis. Esta moeda foi fabricada no período 1906-1912, produzida em prata e para circulação nacional. Atualmente, esta moeda encontra-se fora de circulação .

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Formato: circular
Diâmetro: 22 mm
Massa: g
Espessura: 1,6 mm
Bordo: serrilhado
Titulagem: Ag 900
Eixo: Eixo Horizontal (EH) ⇅

EMISSÕES

ano produção CRMB observações
1906 352.000 1906-P-500
1907 1.282.000 1907-P-500
1908 498.000 1908-P-500
1911 8.000 1911-P-500
1912 2.000 1912-P-500

REFERÊNCIAS EM CATÁLOGOS Krause KM# 506

ano CRMB Prober Amato Vieira Bentes
1906 1906-P-500 P-1842 P-681 P-564A 523.01.01
1907 1907-P-500 P-1848 P-682 P-565A 523.02.01
1908 1908-P-500 P-1855 P-683 P-566A 523.03.01
1911 1911-P-500 P-1873 P-684 P-567 523.04.01
1912 1912-P-500 P-1880 P-685 P-568 523.05.01

Fontes dos códigos de referência:
KM# - Código de referência Krause-Mishler, publicado no Standard Catalog of World Coins (2014)
CRMB - Código de Referência das Moedas Brasileiras, desenvolvido pelo site MoedasDoBrasil
Prober - código extraído do Catálogo das Moedas Brasileiras, de Kurt Prober, 3ª edição (1981)
Amato - código extraido do Livro das Moedas do Brasil, de Amato/Neves, 17ª. edição (2024)
Vieira - código extraido do Catálogo Vieira - Moedas Brasileiras, de Numismática Vieira, 14ª edição (2012)
Bentes - código extraido do Catálogo Bentes - Moedas Brasileiras, de Rodrigo Maldonado, 1ª edição (2013)

Fontes dos códigos de referência:
KM# - Standard Catalog of World Coins, Krause-Mishler (2014)
CRMB - Código de Referência das Moedas Brasileiras, MoedasDoBrasil
Prober - Catálogo das Moedas Brasileiras, Kurt Prober, 3ª ed. (1981)
Amato - Livro das Moedas do Brasil, Amato/Neves, 17ª ed. (2024)
Bentes - Catálogo Bentes, Rodrigo Maldonado, 1ª ed. (2013)

PADRÃO MONETÁRIO

MIL-RÉIS - Rs (de 08/10/1833 a 31/10/1942)
O MIL-RÉIS foi oficializado em 08.10.1833, através da Lei n° 59 assinada no 2° Império, pela Regência Trina durante a menoridade de D.Pedro II. Mil-réis passou a designar a unidade monetária e réis os valores divisionários.

PERÍODO POLÍTICO

República, República Velha (1889-1930)
A Primeira República Brasileira se estendeu desde a proclamação da República, em 15.11.1889, até a Revolução de 1930 que depôs o 13º e último presidente da República Velha, Washington Luís.

CONTEXTO HISTÓRICO

O Encilhamento O encilhamento foi uma grande bolha econômica, iniciada no governo da República, com o Marechal Deodoro da Fonseca, cujo exponte maior foi o ministro da Fazenda Rui Barbosa (um dos mais notáveis escritores brasileiros), que no estourar da crise, no fim do séc. XIX, teve que fugir para a França. Com a mudança do Império para a República e os desajustes decorrentes, havia no Brasil uma falta de dinheiro circulante, pois o Império tinha a moeda lastreada no ouro. Assim, para tentar resolver o problema, numa tentativa de financiar-se a industrialização do país, surge a política do dinheiro barato, estimulando-se a emissão de papel moeda. O projetop criou no país três regiões bancárias, que foram autorizadas a emitir dinheiro. A garantia dessas emissões eram Títulos da Dívida Pública (TDPs). Ocorre que o governo acabou autorizando bancos a emitir papel, e foi jogado no mercado uma quantidade de dinheiro superior à produção econômica e à necessidade do país. A consequência principal foi uma queda brusca no valor dos TDPs e uma inflação galopante, que desvalorizou o então forte padrão mil-réis brasileiro. As emissões Assim, com a crise do início do séc. XX, devido à forte desvalorização do padrão mil-réis no Brasil, o país abandonava o velho padrão da coroa (2000 réis com 25 gramas de prata). Entrava em cena o novo padrão desvalorizado do 2000 réis com 20 (XX) gramas de prata 0,900, perdendo a moeda cerca de 1/5 de seu peso em metal precioso. As moedas trazem em algarismos romanos indicando o seu peso em prata (V, X e XX gramas). São numismas bem tradicionais da colecção do Brasil, sendo os 500 reis de 1911 e 1912 deste tipo muito escassos.