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150 réis (1771) - 1770-1774 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 2º. tipo - Prata
150 réis (1771) - 1770-1774 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 2º. tipo - Prata
300 réis (1771) - 1770-1774 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 2º. tipo - Prata
300 réis (1771) - 1770-1774 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 2º. tipo - Prata
600 réis (1770-1774) - 1770-1774 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 2º. tipo - Prata
600 réis (1774) - 1770-1774 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 2º. tipo - Prata
600 réis (1770-1774) - 1770-1774 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 2º. tipo - Prata
600 réis (1774) - 1770-1774 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 2º. tipo - Prata

600 réis (1770-1774)

1770-1774 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 2º. tipo - Prata

INFORMAÇÕES PRINCIPAIS

Valor facial: 600 réis
Denominação: 600
Padrão Monetário: Réis
Série: Jotas, Casa da Moeda do Rio, 2º. tipo - Prata
Período de emissão: 1770-1774
Material: prata
Emissor: Coroa Portuguesa
Fabricante: Casa da Moeda do Rio de Janeiro
Situacao: fora de circulação

FACES DA MOEDA

Anverso de 600 réis (1770-1774) - 1770-1774 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 2º. tipo - Prata
Bordo de 600 réis (1770-1774) - 1770-1774 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 2º. tipo - Prata
Reverso de 600 réis (1770-1774) - 1770-1774 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 2º. tipo - Prata
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DESCRIÇÃO DO ANVERSO

“J” entre florões encimado por coroa Real e acima da data entre pontos; à esquerda, valor e, à direita, florões

DESCRIÇÃO DO REVERSO

Legenda SVBQ. SIGN. NATA. STAB. circundando esfera armilar. Letra monetária R ao centro

INFORMAÇÕES GERAIS

Moeda emitida pela Coroa Portuguesa e fabricada por Casa da Moeda do Rio de Janeiro entre 1770 e 1774, para circulação comum. Atualmente, está fora de circulação. Sem carimbo de escudete. Cunhadas na Casa da Moeda do Rio de Janeiro. 2º. tipo: zonas retas. Letra monetária R.

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Formato: circular
Diâmetro: 35 mm
Peso: 18,11 g
Bordo: serrilhado
Titulagem: Ag 916 ⅔
Eixo: Reverso Medalha (EV) ⇈

EMISSÕES

ano produção CRMB observações
1770 n/d 1770-P-600
1771 12.400 1771-P-600
1774 19.336 1774-P-600

REFERÊNCIAS EM CATÁLOGOS Krause KM# 194

ano CRMB Prober Amato Vieira Bentes
1770 1770-P-600 P-293 P-168 198.01
1771 1771-P-600 P-294 P-170 198.02
1774 1774-P-600 P-295 P-172 198.03

Fontes dos códigos de referência:
KM# - Código de referência Krause-Mishler, publicado no Standard Catalog of World Coins (2014)
CRMB - Código de Referência das Moedas Brasileiras, desenvolvido pelo site MoedasDoBrasil
Prober - código extraído do Catálogo das Moedas Brasileiras, de Kurt Prober, 3ª edição (1981)
Amato - código extraido do Livro das Moedas do Brasil, de Amato/Neves, 17ª. edição (2024)
Vieira - código extraido do Catálogo Vieira - Moedas Brasileiras, de Numismática Vieira, 14ª edição (2012)
Bentes - código extraido do Catálogo Bentes - Moedas Brasileiras, de Rodrigo Maldonado, 1ª edição (2013)

Fontes dos códigos de referência:
KM# - Standard Catalog of World Coins, Krause-Mishler (2014)
CRMB - Código de Referência das Moedas Brasileiras, MoedasDoBrasil
Prober - Catálogo das Moedas Brasileiras, Kurt Prober, 3ª ed. (1981)
Amato - Livro das Moedas do Brasil, Amato/Neves, 17ª ed. (2024)
Bentes - Catálogo Bentes, Rodrigo Maldonado, 1ª ed. (2013)

PADRÃO MONETÁRIO

RÉIS - R (22/04/1500-08/10/1833)
Monetário português, sem fundamentação legal no Brasil. Surgido no período colonial sob influência direta da moeda portuguesa, não se tratava de um sistema genuinamente brasileiro. Popularmente, adotou-se o plural “réis” em vez de “reais”.

PERÍODO POLÍTICO

Colônia, D. José I - O Reformador (1750-1777)
José I (1714-1777), apelidado de "o Reformador", foi Rei de Portugal e Algarves de 1750 até sua morte. Seu reinado é sobretudo marcado pelas políticas do seu secretário de Estado, o Marquês de Pombal, que reorganizou as leis, a economia e a sociedade portuguesa, transformando Portugal num país moderno. Foram produzidas moedas inovadoras com a letra J, sob uma coroa, ao invés da tradicional inscrição do nome do rei.

CONTEXTO HISTÓRICO

SERIE DOS JOTAS - J

Em 1750, D. José proibiu a circulação de moedas de ouro nas regiões de mineração, considerando que as transações comerciais naquelas comarcas poderiam ser realizadas com barras de ouro marcadas, e ouro em pó. Para atender às necessidades do comércio miúdo na região, mandou que as Casas da Moeda da Bahia e do Rio de Janeiro cunhassem moedas provinciais de prata e cobre. Em 1752, entretanto, atendendo à sugestão do governador da capitania de Minas, determinou que fossem cunhadas também moedas de prata com os valores de 600, 300, 150 e 75 réis, tendo em vista que os preços nas regiões das minas eram estabelecidos em termos de oitavas e de seus submúltiplos, valendo a oitava de ouro, não quintado, 1.200 réis. Para evitar confusão com as moedas provinciais de prata de 640, 320, 160 e 80 réis, em função da proximidade dos valores, nas novas moedas o escudo com as armas de Portugal foi substituído por um “J” encimado por uma coroa. Em 1808, fugindo da invasão francesa, D. João VI se instala no Rio de Janeiro. O rei evidentemente precisava de muito dinheiro para fazer frente às astronômicas despesas da sua corte, e uma das medidas que tomou foi o ALVARÁ de 18 de ABRIL de 1809. Esse alvará ordenava a aplicação de um carimbo em todo o cobre em circulação que fosse datado de antes de 1799 (as moedas do antigo padrão), que assim marcadas, passariam a valer o dobro. Em relação às moedas de prata, a série J deveria ser carimbada para equiparar-se ao padrão das patacas. Evidentemente, o povo era obrigado por lei a levar as moedas para carimbar, e a diferença acrescida com o carimbo deveria ser recolhida à coroa.