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100 réis (1932) - 1932-1932 400 anos de colonização - Vicentinas
200 réis (1932) - 1932-1932 400 anos de colonização - Vicentinas
400 réis (1932) - 1932-1932 400 anos de colonização - Vicentinas
500 réis (1932) - 1932-1932 400 anos de colonização - Vicentinas
1 mil-réis (1932) - 1932-1932 400 anos de colonização - Vicentinas
2 mil-réis (1932) - 1932-1932 400 anos de colonização - Vicentinas

100 réis (1932)

1932-1932 400 anos de colonização - Vicentinas

INFORMAÇÕES PRINCIPAIS

Valor facial: 100 réis
Denominação: 100
Padrão Monetário: Mil-Réis
Série: 400 anos de colonização - Vicentinas
Período de emissão: 1932
Material: cuproníquel
Emissor: Tesouro Nacional
Fabricante: Casa da Moeda do Rio de Janeiro
Situacao: fora de circulação

FACES DA MOEDA

Anverso de 100 réis (1932) - 1932-1932 400 anos de colonização - Vicentinas
Bordo de 100 réis (1932) - 1932-1932 400 anos de colonização - Vicentinas
Reverso de 100 réis (1932) - 1932-1932 400 anos de colonização - Vicentinas
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© Coleção Eduardo Rezende

DESCRIÇÃO DO ANVERSO

Busto do cacique Tibiriçá. No campo, em sete linhas interrompidas pela figura, IV centenário da Colonização do Brasil, 1532-1932. Abaixo da data 1532 a sigla LC do gravador Leopoldo Alves Campos

DESCRIÇÃO DO REVERSO

No campo, ao alto, uma panóplia (amontoado de armas) indígena. Por baixo, o valor 100 RÉIS em duas linhas. A esquerda da haste da lança a sigla WT do gravador Walter Rodriques Toledo

INFORMAÇÕES GERAIS

Moeda emitida pelo Tesouro Nacional e fabricada por Casa da Moeda do Rio de Janeiro em 1932. É uma moeda comemorativa, para circulação comum. Atualmente, está fora de circulação. Chamadas de vicentinas por terem sido lançadas em 1932 durante comemoração dos 400 anos da fundação da Vila de São Vicente, a atual cidade de São Vicente, estado de São Paulo.

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Formato: circular
Diâmetro: 21 mm
Peso: g
Espessura: 1,8 mm
Bordo: liso
Titulagem: Cu 750, Ni 250
Eixo: Reverso Medalha (EV) ⇈

EMISSÕES

ano produção CRMB observações
1932 1.012.214 1932-N-100c 214 em estojos oficiais

REFERÊNCIAS EM CATÁLOGOS Krause KM# 527

ano CRMB Prober Amato Vieira Bentes
1932 1932-N-100c N-2010 V-135 N-125 548.01.01

Fontes dos códigos de referência:
KM# - Código de referência Krause-Mishler, publicado no Standard Catalog of World Coins (2014)
CRMB - Código de Referência das Moedas Brasileiras, desenvolvido pelo site MoedasDoBrasil
Prober - código extraído do Catálogo das Moedas Brasileiras, de Kurt Prober, 3ª edição (1981)
Amato - código extraido do Livro das Moedas do Brasil, de Amato/Neves, 17ª. edição (2024)
Vieira - código extraido do Catálogo Vieira - Moedas Brasileiras, de Numismática Vieira, 14ª edição (2012)
Bentes - código extraido do Catálogo Bentes - Moedas Brasileiras, de Rodrigo Maldonado, 1ª edição (2013)

Fontes dos códigos de referência:
KM# - Standard Catalog of World Coins, Krause-Mishler (2014)
CRMB - Código de Referência das Moedas Brasileiras, MoedasDoBrasil
Prober - Catálogo das Moedas Brasileiras, Kurt Prober, 3ª ed. (1981)
Amato - Livro das Moedas do Brasil, Amato/Neves, 17ª ed. (2024)
Bentes - Catálogo Bentes, Rodrigo Maldonado, 1ª ed. (2013)

PADRÃO MONETÁRIO

MIL-RÉIS - $ (08/10/1833-31/10/1942)
O MIL-RÉIS foi oficializado em 08/10/1833, através da Lei n° 59 assinada no 2° Império, pela Regência Trina durante a menoridade de D.Pedro II. Mil-réis passou a designar a unidade monetária e réis os valores divisionários.

PERÍODO POLÍTICO

República, Era Vargas (1930-1945)
Período em que Getúlio Vargas governou o Brasil por 15 anos ininterruptos. Caracterizado pelas inúmeras alterações que Vargas fez no país, tanto sociais quanto econômicas.

CONTEXTO HISTÓRICO

Série lançada para comemorar o 4.º centenário da colonização do Brasil, as moedas contém imagens alusivas ao descobrimento e à colonização do Brasil. Vila de São Vicente, 22/01/1532. Situada na parte oeste da ilha de São Vicente, no atual estado de São Paulo, a vila foi fundada pelo fidalgo português Martim Afonso de Sousa.

Em 1530, ele chefiou uma expedição com o intuito de explorar a nova colônia portuguesa, percorrendo todo o litoral atlântico até o Rio da Prata. Como recompensa, foi nomeado pelo rei Dom João III como donatário da Capitania de São Vicente.

Nos tempos da fundação da vila, a região era dominada por grupos tupis, majoritariamente tamoios, os quais mantiveram uma convivência pacífica com os portugueses. Na nova cidade, Martim Afonso instalou um pelourinho, uma igreja, uma câmara e engenhos para a manufatura do açúcar. Além do plantio da cana, desenvolveu-se também a agricultura de subsistência e a pecuária.

A vila, por suas características geográficas, tornou-se um eficiente ponto de parada para o reabastecimento dos navios e para o tráfico de escravos índios. De lá também saíram as primeiras expedições para o interior, inclusive a que fundou a cidade de São Paulo.

O nome São Vicente, herdado da ilha onde a vila se localiza, foi dado pela expedição de Gaspar de Lemos, em 1502, em homenagem a São Vicente Mártir.