Carregando séries...
75 réis (1754-1760) - 1754-1770 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 1º. tipo - Prata
75 réis (1754-1760) - 1754-1770 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 1º. tipo - Prata
150 réis (1754-1760) - 1754-1770 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 1º. tipo - Prata
150 réis (1754) - 1754-1770 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 1º. tipo - Prata
150 réis (1754-1760) - 1754-1770 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 1º. tipo - Prata
150 réis (1754) - 1754-1770 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 1º. tipo - Prata
300 réis (1754-1764) - 1754-1770 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 1º. tipo - Prata
300 réis (1754-1764) - 1754-1770 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 1º. tipo - Prata
300 réis (1764) - 1754-1770 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 1º. tipo - Prata
300 réis (1754-1764) - 1754-1770 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 1º. tipo - Prata
300 réis (1764) - 1754-1770 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 1º. tipo - Prata
600 réis (1754-1770) - 1754-1770 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 1º. tipo - Prata
600 réis (1754) - 1754-1770 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 1º. tipo - Prata
600 réis (1764) - 1754-1770 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 1º. tipo - Prata
600 réis (1764) - 1754-1770 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 1º. tipo - Prata
600 réis (1754-1770) - 1754-1770 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 1º. tipo - Prata
600 réis (1754) - 1754-1770 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 1º. tipo - Prata

300 réis (1764)

1754-1770 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 1º. tipo - Prata

INFORMAÇÕES PRINCIPAIS

Valor facial: 300 réis
Denominação: 300
Padrão Monetário: Réis
Série: Jotas, Casa da Moeda do Rio, 1º. tipo - Prata
Período de emissão: 1764
Material: prata
Emissor: Coroa Portuguesa
Fabricante: Casa da Moeda do Rio de Janeiro
Situacao: fora de circulação

FACES DA MOEDA

Anverso de 300 réis (1764) - 1754-1770 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 1º. tipo - Prata
Bordo de 300 réis (1764) - 1754-1770 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 1º. tipo - Prata
Reverso de 300 réis (1764) - 1754-1770 Jotas, Casa da Moeda do Rio, 1º. tipo - Prata
x     
© Brasil Moedas

DESCRIÇÃO DO ANVERSO

Letra J entre florões, sob coroa e sobre data. De um lado o valor facial e, de outro, três florões

DESCRIÇÃO DO REVERSO

Esfera armilar sobre Cruz de Cristo. Letra monetária R. Zonas curvas. Legenda SVBQ. SIGN. NATA. STAB.

INFORMAÇÕES GERAIS

Moeda emitida pela Coroa Portuguesa e fabricada por Casa da Moeda do Rio de Janeiro em 1764, para circulação comum. Atualmente, está fora de circulação. Sem carimbo de escudete. Cunhadas na Casa da Moeda do Rio de Janeiro. Primeiro tipo: zonas curvas. Letra monetária R. Esfera sem eixo.

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Formato: circular
Diâmetro: 30 mm
Peso: 9,05 g
Bordo: serrilhado
Titulagem: Ag 916 ⅔
Eixo: Reverso Medalha (EV) ⇈

EMISSÕES

ano produção CRMB observações
1764 n/d 1764-P-300v teria com o 1 invertido, tb. (Bentes)

REFERÊNCIAS EM CATÁLOGOS Krause KM# ?

ano CRMB Prober Amato Vieira Bentes
1764 1764-P-300v P-266A 205.08

Fontes dos códigos de referência:
KM# - Código de referência Krause-Mishler, publicado no Standard Catalog of World Coins (2014)
CRMB - Código de Referência das Moedas Brasileiras, desenvolvido pelo site MoedasDoBrasil
Prober - código extraído do Catálogo das Moedas Brasileiras, de Kurt Prober, 3ª edição (1981)
Amato - código extraido do Livro das Moedas do Brasil, de Amato/Neves, 17ª. edição (2024)
Vieira - código extraido do Catálogo Vieira - Moedas Brasileiras, de Numismática Vieira, 14ª edição (2012)
Bentes - código extraido do Catálogo Bentes - Moedas Brasileiras, de Rodrigo Maldonado, 1ª edição (2013)

Fontes dos códigos de referência:
KM# - Standard Catalog of World Coins, Krause-Mishler (2014)
CRMB - Código de Referência das Moedas Brasileiras, MoedasDoBrasil
Prober - Catálogo das Moedas Brasileiras, Kurt Prober, 3ª ed. (1981)
Amato - Livro das Moedas do Brasil, Amato/Neves, 17ª ed. (2024)
Bentes - Catálogo Bentes, Rodrigo Maldonado, 1ª ed. (2013)

PADRÃO MONETÁRIO

RÉIS - R (22/04/1500-08/10/1833)
Monetário português, sem fundamentação legal no Brasil. Surgido no período colonial sob influência direta da moeda portuguesa, não se tratava de um sistema genuinamente brasileiro. Popularmente, adotou-se o plural “réis” em vez de “reais”.

PERÍODO POLÍTICO

Colônia, D. José I - O Reformador (1750-1777)
José I (1714-1777), apelidado de "o Reformador", foi Rei de Portugal e Algarves de 1750 até sua morte. Seu reinado é sobretudo marcado pelas políticas do seu secretário de Estado, o Marquês de Pombal, que reorganizou as leis, a economia e a sociedade portuguesa, transformando Portugal num país moderno. Foram produzidas moedas inovadoras com a letra J, sob uma coroa, ao invés da tradicional inscrição do nome do rei.

CONTEXTO HISTÓRICO

SERIE DOS JOTAS - J

Em 1750, D. José proibiu a circulação de moedas de ouro nas regiões de mineração, considerando que as transações comerciais naquelas comarcas poderiam ser realizadas com barras de ouro marcadas, e ouro em pó. Para atender às necessidades do comércio miúdo na região, mandou que as Casas da Moeda da Bahia e do Rio de Janeiro cunhassem moedas provinciais de prata e cobre. Em 1752, entretanto, atendendo à sugestão do governador da capitania de Minas, determinou que fossem cunhadas também moedas de prata com os valores de 600, 300, 150 e 75 réis, tendo em vista que os preços nas regiões das minas eram estabelecidos em termos de oitavas e de seus submúltiplos, valendo a oitava de ouro, não quintado, 1.200 réis. Para evitar confusão com as moedas provinciais de prata de 640, 320, 160 e 80 réis, em função da proximidade dos valores, nas novas moedas o escudo com as armas de Portugal foi substituído por um “J” encimado por uma coroa. Em 1808, fugindo da invasão francesa, D. João VI se instala no Rio de Janeiro. O rei evidentemente precisava de muito dinheiro para fazer frente às astronômicas despesas da sua corte, e uma das medidas que tomou foi o ALVARÁ de 18 de ABRIL de 1809. Esse alvará ordenava a aplicação de um carimbo em todo o cobre em circulação que fosse datado de antes de 1799 (as moedas do antigo padrão), que assim marcadas, passariam a valer o dobro. Em relação às moedas de prata, a série J deveria ser carimbada para equiparar-se ao padrão das patacas. Evidentemente, o povo era obrigado por lei a levar as moedas para carimbar, e a diferença acrescida com o carimbo deveria ser recolhida à coroa.