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80 réis (1825-1829) - 1825-1832 Casa de Fundição de São Paulo - Cobre
80 réis (1829-1829) - 1825-1832 Casa de Fundição de São Paulo - Cobre
80 réis (1825-1829) - 1825-1832 Casa de Fundição de São Paulo - Cobre
80 réis (1829-1829) - 1825-1832 Casa de Fundição de São Paulo - Cobre
80 réis (1825-1829) - 1825-1832 Casa de Fundição de São Paulo - Cobre
80 réis (1829-1829) - 1825-1832 Casa de Fundição de São Paulo - Cobre
80 réis (1829-1829) - 1825-1832 Casa de Fundição de São Paulo - Cobre
80 réis (1832-1832) - 1825-1832 Casa de Fundição de São Paulo - Cobre
80 réis (1832-1832) - 1825-1832 Casa de Fundição de São Paulo - Cobre

80 réis (1829-1829)

1825-1832 Casa de Fundição de São Paulo - Cobre

INFORMAÇÕES PRINCIPAIS

Valor facial: 80 réis
Denominação: R 0$080
Padrão Monetário: Réis
Série: Casa de Fundição de São Paulo - Cobre
Período de emissão: 1829-1829
Material: cobre
Emissor: Tesouro Nacional
Fabricante: Casa de Fundição, São Paulo
Abrangência: provincial
Situacao: fora de circulação

FACES DA MOEDA

Anverso de 80 réis (1829-1829) - 1825-1832 Casa de Fundição de São Paulo - Cobre
Bordo de 80 réis (1829-1829) - 1825-1832 Casa de Fundição de São Paulo - Cobre
Reverso de 80 réis (1829-1829) - 1825-1832 Casa de Fundição de São Paulo - Cobre
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© Numismática Neves

DESCRIÇÃO DO ANVERSO

Valor facial entre florões, circundado por anel de tulipas e pela inscrição PETRUS I. D. G. CONST. IMP. ET PERP. BRAS. DEF., era e letra monetrária SP.

DESCRIÇÃO DO REVERSO

Brasão do Império, ladeado acima pela inscrição IN HOC SIGNO VINCES.

INFORMAÇÕES GERAIS

A moeda de 80 réis pertence ao padrão monetário Réis. Esta moeda foi fabricada no período 1829-1829, produzida em cobre e para circulação provincial. Atualmente, esta moeda encontra-se fora de circulação . Casa da Fundição de São Paulo. Letra monetária SP. Grinalda de tulipas invertida (as tulipas estão dispostas em sentido horário)..

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Formato: circular
Diâmetro: 35 mm
Massa: 19,12 g
Espessura: 2,2 mm
Bordo: liso
Eixo: Eixo Vertical (EV) ⇈

EMISSÕES

ano produção CRMB observações
1829 n/d 1829-C-080v4

REFERÊNCIAS EM CATÁLOGOS Krause KM# ?

ano CRMB Prober Amato Vieira Bentes
1829 1829-C-080v4 C-1354H C-745B -

Fontes dos códigos de referência:
KM# - Código de referência Krause-Mishler, publicado no Standard Catalog of World Coins (2014)
CRMB - Código de Referência das Moedas Brasileiras, desenvolvido pelo site MoedasDoBrasil
Prober - código extraído do Catálogo das Moedas Brasileiras, de Kurt Prober, 3ª edição (1981)
Amato - código extraido do Livro das Moedas do Brasil, de Amato/Neves, 17ª. edição (2024)
Vieira - código extraido do Catálogo Vieira - Moedas Brasileiras, de Numismática Vieira, 14ª edição (2012)
Bentes - código extraido do Catálogo Bentes - Moedas Brasileiras, de Rodrigo Maldonado, 1ª edição (2013)

Fontes dos códigos de referência:
KM# - Standard Catalog of World Coins, Krause-Mishler (2014)
CRMB - Código de Referência das Moedas Brasileiras, MoedasDoBrasil
Prober - Catálogo das Moedas Brasileiras, Kurt Prober, 3ª ed. (1981)
Amato - Livro das Moedas do Brasil, Amato/Neves, 17ª ed. (2024)
Bentes - Catálogo Bentes, Rodrigo Maldonado, 1ª ed. (2013)

PADRÃO MONETÁRIO

RÉIS - R (de 02/01/1654 a 08/10/1833)
Originado no período Colonial por influência do monetário português, não se tratava de uma moeda genuínamente brasileira. Foi aproveitado do padrão português, sem fundamentação legal no Brasil.

PERÍODO POLÍTICO

Império, D. Pedro I - 1º. Reinado (1822-1831)
Período em que D. Pedro I governou o Brasil como Imperador, compreendendo o período entre 07.09.1822, data em que D. Pedro I proclamou a independência do Brasil, e 07.04.1831, quando abdicou do trono brasileiro.

CONTEXTO HISTÓRICO

Os mais antigos órgãos encarregados da arrecadação dos tributos sobre a mineração. A primeira Casa de Fundição foi estabelecida em São Paulo, por volta de 1580, para fundir o ouro extraído das minas do Jaraguá e de outras jazidas nos arredores da vila. As Casas de Fundição recolhiam o ouro extraído pelos mineiros, purificavam-no e o transformavam em barras, nas quais era aposto um cunho que a identificava como ouro quintado. isto é, do qual já fora deduzido o tributo do quinto. Era também expedido um certificado que deveria acompanhá-la daí em diante. As Casas de Fundição eram dirigidas por um Provedor, auxiliado por Escrivães, fundidores, ensaiadores, cunhadores, meirinhos, tesoureiros e fiscais. Estes últimos eram nomeados por indicação das Câmaras Municipais. No decorrer do século XVII, duas outras casas de fundição foram instaladas na capitania de São Vicente: uma em Iguape e outra em Paranaguá, ambas por volta de 1650. Com a deflagração do Ciclo do Ouro em Minas Gerais, a partir de 1691, essas três casas, pela sua localização, não podiam atender ao novo Eldorado. Criou-se, então, em 1695, a Casa de Fundição de Taubaté, também chamada de Oficina Real dos Quintos. A seguir, foi instalada outra Oficina Real dos Quintos no Rio das Velhas, em Minas Gerais (possivelmente em Sabará), por volta de 1701. No decorrer do século XVIII, especialmente em razão da lei de 11 de fevereiro de 1719, numerosas outras casas de fundição foram criadas em Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Bahia. Em 1737, porém, foram todas extintas, em virtude da adoção do sistema da capitação, para tributar a atividade mineradora. Entretanto, nova mudança na política fiscal portuguesa determinou o seu restabelecimento em 1751 (por força de alvará de 3 de dezembro de 1750), com a volta do quinto. Nessa ocasião, outras casas foram criadas em lugares onde antes não existiam. Curiosamente, foram mantidos os Intendentes do Ouro, cargo criado para gerir o sistema da capitação, os quais passaram a reger as Casas de Fundição. No final do século XVIII e princípio do século XIX, com a decadência das jazidas auríferas, as casas de fundição passaram a ser abolidas. A última delas, a de Goiás, foi extinta já no Primeiro Império. Mas, a abolição formal das Casas de Fundição só ocorreu em 1834.