Carregando séries...
10 centavos de cruzeiro (1942-1943) - 1942-1956 Cruzeiros, série Vargas
10 centavos de cruzeiro (1943-1947) - 1942-1956 Cruzeiros, série Vargas
10 centavos de cruzeiro (1944-1947) - 1942-1956 Cruzeiros, série Vargas
20 centavos de cruzeiro (1942-1943) - 1942-1956 Cruzeiros, série Vargas
20 centavos de cruzeiro (1943-1945) - 1942-1956 Cruzeiros, série Vargas
20 centavos de cruzeiro (1944-1948) - 1942-1956 Cruzeiros, série Vargas
50 centavos de cruzeiro (1942-1943) - 1942-1956 Cruzeiros, série Vargas
50 centavos de cruzeiro (1943-1944) - 1942-1956 Cruzeiros, série Vargas
50 centavos de cruzeiro (1944-1947) - 1942-1956 Cruzeiros, série Vargas
1 cruzeiro (1942-1945) - 1942-1956 Cruzeiros, série Vargas
1 cruzeiro (1944-1956) - 1942-1956 Cruzeiros, série Vargas
1 cruzeiro (1949) - 1942-1956 Cruzeiros, série Vargas
2 cruzeiros (1942-1945) - 1942-1956 Cruzeiros, série Vargas
2 cruzeiros (1944-1956) - 1942-1956 Cruzeiros, série Vargas
2 cruzeiros (1949) - 1942-1956 Cruzeiros, série Vargas
5 cruzeiros (1942-1943) - 1942-1956 Cruzeiros, série Vargas

2 cruzeiros (1944-1956)

1942-1956 Cruzeiros, série Vargas

INFORMAÇÕES PRINCIPAIS

Valor facial: 2 cruzeiros
Denominação: Cr$ 2,00
Padrão Monetário: Cruzeiros
Série: Cruzeiros, série Vargas
Período de emissão: 1944-1956
Material: bronze alumínio
Emissor: Tesouro Nacional
Fabricante: Casa da Moeda do Rio de Janeiro
Situacao: fora de circulação

FACES DA MOEDA

Anverso de 2 cruzeiros (1944-1956) - 1942-1956 Cruzeiros, série Vargas
Bordo de 2 cruzeiros (1944-1956) - 1942-1956 Cruzeiros, série Vargas
Reverso de 2 cruzeiros (1944-1956) - 1942-1956 Cruzeiros, série Vargas
x     
© Coleção Eduardo Rezende

DESCRIÇÃO DO ANVERSO

Mapa do Brasil ao centro tendo junto à orla, a esquerda, a palavra BRASIL sobreposta a duas linhas horizontais e paralelas.

DESCRIÇÃO DO REVERSO

No centro, o valor ladeado por dois ramos de louro e a constelação do Cruzeiro do Sul. No exergo, a estrela Alfa da constelação do Cruzeiro do Sul. No campo a esquerda, a data.

INFORMAÇÕES GERAIS

Moeda emitida pelo Tesouro Nacional e fabricada por Casa da Moeda do Rio de Janeiro entre 1944 e 1956, para circulação comum. Atualmente, está fora de circulação. Sem sigla. Em 1944, existem moedas com sigla WT (Walter Toledo) somente no reverso e, em 1945, no anverso. Mais detalhes sobre essas siglas em SIGLAS.

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Formato: circular
Diâmetro: 25 mm
Peso: g
Espessura: 2,3 mm
Bordo: serrilhado
Titulagem: Cu 900, Al 80, Zn 20
Eixo: Reverso Moeda (EH) ⇅

EMISSÕES

ano produção CRMB observações
1944 2.330.000 1944-B-002 existem com sigla WT no reverso
1945 20.394.000 1945-B-002 existem com sigla WT no anverso
1946 33.650.000 1946-B-002
1947 9.908.000 1947-B-002
1949 11.252.000 1949-B-002
1950 7.754.000 1950-B-002
1951 390.000 1951-B-002
1952 1.456.000 1952-B-002
1953 3.582.000 1953-B-002
1954 1.197.000 1954-B-002
1955 1.838.000 1955-B-002
1956 253.000 1956-B-002 inclui as de bronze, mód menor, de 1956

REFERÊNCIAS EM CATÁLOGOS Krause KM# 559

ano CRMB Prober Amato Vieira Bentes
1944 1944-B-002 L-2124 V-240A Cr 5A 672.04
1945 1945-B-002 L-2133 V-241A Cr 6 672.06
1946 1946-B-002 L-2139 V-242 Cr 7 672.08
1947 1947-B-002 L-2147 V-243 Cr 8 672.11
1949 1949-B-002 L-2156 V-244 Cr 9 672.12
1950 1950-B-002 L-2161 V-245 Cr 10 672.14
1951 1951-B-002 L-2166 V-246 Cr 11 672.15
1952 1952-B-002 L-2171 V-247 Cr 12 672.16
1953 1953-B-002 L-2176 V-248 Cr 13 672.17
1954 1954-B-002 L-2181 V-249 Cr 14 672.18
1955 1955-B-002 L-2186 V-250 Cr 15 672.19
1956 1956-B-002 L-2194 V-251 Cr 16 672.20

Fontes dos códigos de referência:
KM# - Código de referência Krause-Mishler, publicado no Standard Catalog of World Coins (2014)
CRMB - Código de Referência das Moedas Brasileiras, desenvolvido pelo site MoedasDoBrasil
Prober - código extraído do Catálogo das Moedas Brasileiras, de Kurt Prober, 3ª edição (1981)
Amato - código extraido do Livro das Moedas do Brasil, de Amato/Neves, 17ª. edição (2024)
Vieira - código extraido do Catálogo Vieira - Moedas Brasileiras, de Numismática Vieira, 14ª edição (2012)
Bentes - código extraido do Catálogo Bentes - Moedas Brasileiras, de Rodrigo Maldonado, 1ª edição (2013)

Fontes dos códigos de referência:
KM# - Standard Catalog of World Coins, Krause-Mishler (2014)
CRMB - Código de Referência das Moedas Brasileiras, MoedasDoBrasil
Prober - Catálogo das Moedas Brasileiras, Kurt Prober, 3ª ed. (1981)
Amato - Livro das Moedas do Brasil, Amato/Neves, 17ª ed. (2024)
Bentes - Catálogo Bentes, Rodrigo Maldonado, 1ª ed. (2013)

PADRÃO MONETÁRIO

CRUZEIROS - Cr$ (01/11/1942-30/11/1964)
O Decreto-lei nº 4.791, de 05/10/1942, instituiu o CRUZEIRO como unidade monetária brasileira, com equivalência a um mil-réis. Foi criado o centavo, correspondente à centésima parte do cruzeiro.

PERÍODO POLÍTICO

República, Era Vargas (1930-1945)
Período em que Getúlio Vargas governou o Brasil por 15 anos ininterruptos. Caracterizado pelas inúmeras alterações que Vargas fez no país, tanto sociais quanto econômicas.

CONTEXTO HISTÓRICO

O nascimento do Cruzeiro: a moeda que marcou uma era
Em outubro de 1942, o Brasil deu um passo decisivo em sua história monetária. O Decreto-lei nº 4.791, publicado em 6 de outubro daquele ano, instituiu oficialmente o Cruzeiro como unidade monetária nacional, substituindo o mil-réis. A equivalência era direta: um Cruzeiro correspondia a mil réis. Junto com ele, surgia também o centavo, a fração decimal que representava a centésima parte da nova moeda.

As primeiras moedas
As emissões refletiam a modernidade da época. As peças de 10, 20 e 50 centavos foram cunhadas em cuproníquel rosa, uma liga composta por 88% de cobre e 12% de níquel. Já as moedas de 1, 2 e 5 cruzeiros receberam acabamento em bronze-alumínio (90% cobre, 8% alumínio e 2% zinco), conferindo-lhes resistência e um tom distinto.

Pouco tempo depois, em abril de 1943, o Decreto-lei nº 5.375 ajustou a composição metálica das moedas de 10, 20 e 50 centavos, que passaram a ser cunhadas também em bronze-alumínio. A medida tinha caráter técnico, buscando uniformizar a produção e reduzir custos.

Detalhes curiosos
Até 1944, as moedas do padrão Cruzeiro traziam gravadas as siglas dos desenhistas e gravadores, tanto no anverso quanto no reverso. Essa prática, porém, foi proibida pelo então diretor da Casa da Moeda, Major Zeno Marques de Souza Zielinski. O resultado foi curioso: durante a transição, algumas moedas datadas de 1944 e 1945 foram cunhadas com siglas, outras sem, criando uma variação que hoje desperta interesse entre colecionadores.