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960 réis (1818) - 1818-1821 Carimbos de Mato Grosso e Cuyaba - Prata
960 réis (1820) - 1818-1821 Carimbos de Mato Grosso e Cuyaba - Prata
960 réis (1821) - 1818-1821 Carimbos de Mato Grosso e Cuyaba - Prata
960 réis (1821) - 1818-1821 Carimbos de Mato Grosso e Cuyaba - Prata

960 réis (1820)

1818-1821 Carimbos de Mato Grosso e Cuyaba - Prata

INFORMAÇÕES PRINCIPAIS

Valor facial: 960 réis
Denominação: 960
Padrão Monetário: Réis
Série: Carimbos de Mato Grosso e Cuyaba - Prata
Período de emissão: 1820
Material: prata
Emissor: Coroa Portuguesa
Fabricante: Casa de Fundição de Goiás
Situacao: fora de circulação

FACES DA MOEDA

Anverso de 960 réis (1820) - 1818-1821 Carimbos de Mato Grosso e Cuyaba - Prata
Bordo de 960 réis (1820) - 1818-1821 Carimbos de Mato Grosso e Cuyaba - Prata
Reverso de 960 réis (1820) - 1818-1821 Carimbos de Mato Grosso e Cuyaba - Prata
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DESCRIÇÃO DO ANVERSO

n/d

DESCRIÇÃO DO REVERSO

n/d

INFORMAÇÕES GERAIS

Moeda emitida pela Coroa Portuguesa e fabricada por Casa de Fundição de Goiás em 1820, para circulação comum. Atualmente, está fora de circulação. Carimbo Cuyaba - aplicado a partir do fim do ano de 1820, em continuação e mesmo fim do carimbo de Mato Grosso.

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Formato: circular
Diâmetro: 40 mm
Peso: 27,07 g
Bordo: serrilhado

EMISSÕES

ano produção CRMB observações
1820 n/d 1820-P-960x data do carimbo

REFERÊNCIAS EM CATÁLOGOS Krause KM# ?

ano CRMB Prober Amato Vieira Bentes
1820 1820-P-960x P-485

Fontes dos códigos de referência:
KM# - Código de referência Krause-Mishler, publicado no Standard Catalog of World Coins (2014)
CRMB - Código de Referência das Moedas Brasileiras, desenvolvido pelo site MoedasDoBrasil
Prober - código extraído do Catálogo das Moedas Brasileiras, de Kurt Prober, 3ª edição (1981)
Amato - código extraido do Livro das Moedas do Brasil, de Amato/Neves, 17ª. edição (2024)
Vieira - código extraido do Catálogo Vieira - Moedas Brasileiras, de Numismática Vieira, 14ª edição (2012)
Bentes - código extraido do Catálogo Bentes - Moedas Brasileiras, de Rodrigo Maldonado, 1ª edição (2013)

Fontes dos códigos de referência:
KM# - Standard Catalog of World Coins, Krause-Mishler (2014)
CRMB - Código de Referência das Moedas Brasileiras, MoedasDoBrasil
Prober - Catálogo das Moedas Brasileiras, Kurt Prober, 3ª ed. (1981)
Amato - Livro das Moedas do Brasil, Amato/Neves, 17ª ed. (2024)
Bentes - Catálogo Bentes, Rodrigo Maldonado, 1ª ed. (2013)

PADRÃO MONETÁRIO

RÉIS - R (22/04/1500-08/10/1833)
Monetário português, sem fundamentação legal no Brasil. Surgido no período colonial sob influência direta da moeda portuguesa, não se tratava de um sistema genuinamente brasileiro. Popularmente, adotou-se o plural “réis” em vez de “reais”.

PERÍODO POLÍTICO

Reino Unido, D. João VI - O Clemente (1816-1822)
João VI (1767–1826), cognominado O Clemente, foi rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves de 1816 a 1822. De 1822 em diante foi rei de Portugal e Algarves até à sua morte. Com o reconhecimento da independência do Brasil do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, foi o imperador titular do Brasil, embora tenha sido o seu filho D. Pedro o imperador do Brasil de facto. Surgimento das "patacas" e dos "Vinténs de ouro".

CONTEXTO HISTÓRICO

Carimbo Cuyaba – Contramarca bifacial e circular de aproximadamente 17mm de diâmetro, limitada por uma cercadura de traços radiais, tendo no anverso o escudo Português encimado pela coroa real, arrematada por cruz latina singela. Possui legenda circular posicionada abaixo do escudo com os dizeres CUYABA por extenso, com “Y” e sem acentuação gráfica. Este carimbo foi aplicado a partir do final do ano de 1820, sendo que os exemplares conhecidos das moedas hispano-americanas que receberam esta contramarca, figuram apenas os 8 Reales de Carolus IIII. Raríssimos são os exemplares em que a legenda CUYABA pode ser lida nitidamente. Dois belíssimos exemplares desta moeda que pertenciam à coleção Moura, sendo que em um deles lê-se perfeitamente a palavra CUYABA e no outro as letras CUYA (CUYABA com a letra A pouco visível e as letras B e A de BA, ilegíveis), foram leiloados em 1998 e hoje pertencem a um colecionador da cidade de Curitiba (Paraná). Igualmente raros são os carimbos CUYABA (completo ou incompleto), aplicados sobre o carimbo MATO GROSSO. Uma medida retaliativa, talvez, pois depois da casa de fundicão de Vila Bela (onde eram aplicados os carimbos MATO GROSSO) ter sido deslocada para a vila de Cuyaba, os cuiabanos decidiram (mesmo o carimbo não trazendo nenhuma alusão à cidade rival, Vila Bela) tirar de circulação os exemplares que tivessem recebido puncão em tal lugar, recarimbando assim com um carimbo novo – CUYABA - todas (ou quase) as peças com a escrita MATO GROSSO. Numismática Bentes