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20 réis (1829)
1823-1831 Casa de Fundição de Goiás¹ - Cobre
INFORMAÇÕES PRINCIPAIS
| Valor facial: | 20 réis |
| Denominação: | 0$020 réis |
| Padrão Monetário: | Réis |
| Série: | Casa de Fundição de Goiás¹ - Cobre |
| Período de emissão: | 1829 |
| Material: | cobre |
| Emissor: | Tesouro Nacional |
| Fabricante: | Casa de Fundição de Goiás |
| Situacao: | fora de circulação |
FACES DA MOEDA
© fgmjlle, Fórum de Numismática
DESCRIÇÃO DO ANVERSO
Valor facial entre florões, circundado por anel de tulipas e pela inscrição PETRUS I. D. G. CONST. IMP. ET PERP. BRAS. DEF., era e letra monetrária G
DESCRIÇÃO DO REVERSO
Brasão do Império, ladeado acima pela inscrição IN HOG SIGNO VINCES
INFORMAÇÕES GERAIS
Moeda emitida pelo Tesouro Nacional e fabricada por Casa de Fundição de Goiás em 1829, para circulação comum. Atualmente, está fora de circulação. Casa da Fundição de Goiás. Letra Monetária G. Sem carimbo geral.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
| Formato: | circular |
| Diâmetro: | 30 mm |
| Peso: | 7,17 g |
| Bordo: | liso |
EMISSÕES
| ano | produção | CRMB |
|---|---|---|
| 1829 | n/d | 1829-C-020G |
REFERÊNCIAS EM CATÁLOGOS Krause KM# ?
| ano | CRMB | Prober | Amato | Bentes |
|---|---|---|---|---|
| 1829 | 1829-C-020G | C-1345 | C-669 | 493.01 |
PADRÃO MONETÁRIO
RÉIS - Réis (22/04/1500-08/10/1833)
Monetário português, sem fundamentação legal no Brasil. Surgido no período colonial sob influência direta da moeda portuguesa, não se tratava de um sistema genuinamente brasileiro. Popularmente, adotou-se o plural “réis” em vez de “reais”.
Monetário português, sem fundamentação legal no Brasil. Surgido no período colonial sob influência direta da moeda portuguesa, não se tratava de um sistema genuinamente brasileiro. Popularmente, adotou-se o plural “réis” em vez de “reais”.
PERÍODO POLÍTICO
Império, D. Pedro I - 1º. Reinado (1822-1831)
Período em que D. Pedro I governou o Brasil como Imperador, compreendendo o período entre 07.09.1822, data em que D. Pedro I proclamou a independência do Brasil, e 07.04.1831, quando abdicou do trono brasileiro.
CONTEXTO HISTÓRICO
Essa repartição, muito comum durante o ciclo do ouro nas capitanias mineradoras, subsistiu em Goiás até 1832, quando ainda era contemplada no orçamento. Era sua atribuição fundir o ouro trazido pelos mineiros em barras, descontando na ocasião os tributos que incidissem sobre o minério. Outras casas de fundição em São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso funcionaram durante o século XVIII e princípios do século XIX; a mais antiga, a Casa de Fundição de São Paulo, remonta ao final do século XVI.
